Nesta quarta-feira (27), a Polícia Civil de Minas Gerais (PMG) deflagrou a operação “Castelo de Areia”, que resultou na prisão de ao menos 12 pessoas suspeitas de participação em organização criminosa, que atua no tráfico de entorpecentes e lavagem de dinheiro. Conforme a PC, as ações se deram em Muriaé e no município de Rio das Ostras, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, e entre os investigados, estão um policial militar, um funcionário do Banco do Brasil e um ex-agente prisional.
A operação visava ao cumprimento de 15 mandados judiciais de prisão e 17 de busca e apreensão. Ainda segundo a Polícia Civil, durante as diligências, foram apreendidos veículos de luxo, avaliados em R$ 340 mil, além de armas de fogo – incluindo três pistolas -, drogas, R$ 79 mil em dinheiro e outros materiais. Uma chácara, avaliada em R$ 1 milhão, foi sequestrada.
As ações contaram com a participação de 50 agentes e um helicóptero da corporação foi utilizado.



Informações oficiais da PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), deflagrou a Operação Castelo de Areia, cujo objetivo é o cumprimento de 15 mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão. As prisões foram realizadas em Muriaé e Rio das Ostras.
Durante as investigações ficou evidenciado que uma Organização Criminosa, que atuava no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, possuía tentáculos dentro da segurança pública e no sistema bancário, o que facilitava as ações criminosas que ajudavam a financiar e apoiar a Organização.
Durante as investigações foi sequestrado um imóvel (chácara) avaliado em R$1.000.000,00 e apreendidos carros de luxo no valor de R$340.000,00. Entre os investigados se encontram um funcionário do Banco do Brasil, um Policial Militar, um ex-agente penitenciário e duas pessoas que já se encontravam presas no Presídio de Muriaé.
Durante a apuração ainda foram apreendidos R$ 79.000,00 em espécie, drogas, armas, balança de precisão, entre outros materiais pertinentes a investigação. O nome da apuração faz alusão ao volume do patrimônio dos investigados construído sem base lícita. A operação contou com o apoio de 50 policiais civis e aeronave da Coordenação Aerotática da Polícia Civil de Minas Gerais. Efetivadas 12 prisões e o restante foragido, bem como apreendido 7 veículos.



Fonte e fotos: PCMG
